Quando ela partiu, Jhun sentou-se e massageou o pulso para espantar um pouco da dor. Ele olhou para Kojiro e sorriu.
Jhun: Não sei... mas sem ESSA eu poderia ter ficado.
Ele terminou de se arrumar e dessa vez saiu, sem dizer nada. Passou em frente ao quarto onde Nanami estava, parou... ergueu o pulso e... não bateu em sua porta. A irmã estava irritada ainda pelo visto. Seria melhor deixá-la só um pouco.
Ele desceu as escadas e perguntou pelo Sunomono que havia pedido. Sentou no canto mais distante e escuro daquela estalagem e comeu... mais depressa que o normal. Então, Jhun colocou o bowl em cima da mesa da estalajadeira e curvou-se agradecendo. Depois, colocou as moedas referentes à refeição e saiu pela porta da estalagem, visando aproveitar a noite, colocar as ideias em linha reta e tomar um pouco de ar puro, depois de tanto esforço físico.
Os outros irmãos de Jhun aguardaram os passos pesados de Nanami se afastarem escada abaixo para darem risadas do Shinobi. Logo o assunto deixou de ser a bronca e voltou a ser o sucesso da missão. Mas, a ordem de Nanami era o retorno à vila, então os membros do time foram se dispersando aos poucos, cada um visando cuidar de seus próprios assuntos, ou então apenas retornando imediatamente para a vila.
Jhun havia decidido comer na hospedaria antes de dar uma volta para espairecer. Enquanto ele estava mastigando seu sunomono com um pouco de chá, Nanami se aproximou da mesa do jovem. Ela ainda tinha a expressão severa, mas a faísca de ódio já havia deixado seu olhar.
-"Eu vou dar a você uma chance para se desculpar."- a bela shinobi disse, com os braços cruzados, ao lado da mesa de Jhun.
Mas, Jhun não esmorece sua determinação, e fala enquanto mantém o olhar no copo de chá.
-"Eu não preciso me desculpar, Nanami. Se eu, como irmão, não posso protegê-la ou aconselhá-la a se tornar alguém melhor, então o orgulho já venceu. Se um inimigo é mais fraco que você, porque lutar, se irá vencer? Se o inimigo é mais poderoso, porque lutar se irá perder? Se o inimigo é igual, ele compreenderá, e não haverá luta. Honra não é orgulho. É o reflexo que temos de nós mesmos, nosso mestre nos ensinou isso. Se eu e ele sabemos disso, porque você não?"
O shinobi olha finalmente para ela e diz:
-"Sinto muito, mas desculpas por algo que não foi errado, apenas pra alimentar seu ego, não te farão uma líder melhor. Você é uma irmã pra mim e eu a amo como tal, mas não posso colaborar com seu decaimento. Se um líder precisa lembrar aos outros pela força que é um líder, então o que ele é, Nanami?"- e então o Shinobi retorna os olhos à sua refeição, desviando o olhar da irmã.
-"Ele é alguém como o homem na platéia que nós matamos."- diz, levando uma rodela de pepino à boca de forma desinteressada.
Nanami tinha os braços cruzados e não interrompeu Jhun em momento nenhum, deixando-o à vontade para falar. Quando ele terminou, ela levou uma mão aos olhos, como se estivesse com uma terrível dor de cabeça, e apenas sacudiu a cabeça em desaprovação.
-"Você nem desconfia o que fez de errado, não é?. Ela retorna a mão à posição de braços cruzados. Jhun pode sentir não mais raiva, mas tristeza na voz da irmã. -"Se você não sabe o que fez de errado, você é um idiota, Jhun. E eu não quero idiotas no meu time."
Ela descruza os braços e retira do bolso da calça que veste um rolinho de papel, como os que vêm nas patas de pombos-correio. Ela coloca o papel na mesa, ao lado do copo de chá do shinobi, juntamente com um cordão de moedas.
-"Essa mensagem acaba de chegar. É sua ultima missão conosco. Depois disso você vai ser transferido pra outro grupo. Aqui tem dinheiro pra sua viagem e pros preparativos. Eu te desejo boa sorte."- e virou as costas. Ela pareceu suspirar por um momento, mas em seguida seguiu seu caminho, saindo da hospedaria.
Jun leu o papel, em silêncio. Pensava, em seu intimo, "O orgulho venceu".
No papel, com a caligrafia do velho, estava o endereço de uma hospedaria em Kyoto chama Ikeda, e o nome do contato que faria o debriefing da missão.
Jhun havia decidido comer na hospedaria antes de dar uma volta para espairecer. Enquanto ele estava mastigando seu sunomono com um pouco de chá, Nanami se aproximou da mesa do jovem. Ela ainda tinha a expressão severa, mas a faísca de ódio já havia deixado seu olhar.
-"Eu vou dar a você uma chance para se desculpar."- a bela shinobi disse, com os braços cruzados, ao lado da mesa de Jhun.
Mas, Jhun não esmorece sua determinação, e fala enquanto mantém o olhar no copo de chá.
-"Eu não preciso me desculpar, Nanami. Se eu, como irmão, não posso protegê-la ou aconselhá-la a se tornar alguém melhor, então o orgulho já venceu. Se um inimigo é mais fraco que você, porque lutar, se irá vencer? Se o inimigo é mais poderoso, porque lutar se irá perder? Se o inimigo é igual, ele compreenderá, e não haverá luta. Honra não é orgulho. É o reflexo que temos de nós mesmos, nosso mestre nos ensinou isso. Se eu e ele sabemos disso, porque você não?"
O shinobi olha finalmente para ela e diz:
-"Sinto muito, mas desculpas por algo que não foi errado, apenas pra alimentar seu ego, não te farão uma líder melhor. Você é uma irmã pra mim e eu a amo como tal, mas não posso colaborar com seu decaimento. Se um líder precisa lembrar aos outros pela força que é um líder, então o que ele é, Nanami?"- e então o Shinobi retorna os olhos à sua refeição, desviando o olhar da irmã.
-"Ele é alguém como o homem na platéia que nós matamos."- diz, levando uma rodela de pepino à boca de forma desinteressada.
Nanami tinha os braços cruzados e não interrompeu Jhun em momento nenhum, deixando-o à vontade para falar. Quando ele terminou, ela levou uma mão aos olhos, como se estivesse com uma terrível dor de cabeça, e apenas sacudiu a cabeça em desaprovação.
-"Você nem desconfia o que fez de errado, não é?. Ela retorna a mão à posição de braços cruzados. Jhun pode sentir não mais raiva, mas tristeza na voz da irmã. -"Se você não sabe o que fez de errado, você é um idiota, Jhun. E eu não quero idiotas no meu time."
Ela descruza os braços e retira do bolso da calça que veste um rolinho de papel, como os que vêm nas patas de pombos-correio. Ela coloca o papel na mesa, ao lado do copo de chá do shinobi, juntamente com um cordão de moedas.
-"Essa mensagem acaba de chegar. É sua ultima missão conosco. Depois disso você vai ser transferido pra outro grupo. Aqui tem dinheiro pra sua viagem e pros preparativos. Eu te desejo boa sorte."- e virou as costas. Ela pareceu suspirar por um momento, mas em seguida seguiu seu caminho, saindo da hospedaria.
Jun leu o papel, em silêncio. Pensava, em seu intimo, "O orgulho venceu".
No papel, com a caligrafia do velho, estava o endereço de uma hospedaria em Kyoto chama Ikeda, e o nome do contato que faria o debriefing da missão.

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