Então, Hana persistia. Apenas sorria para as grosserias. Pensava em sua família, na necessidade que enfrentavam, e suportava toda sorte de indignidade nas mãos dos Gaijin. Se deixava levar pela maré, rogando aos deuses que lhe protegessem dos demônios de além-mar.
Hana odiava os Gaijin. Mas aquele homem.... corria pela praia como uma criança empolgada. Outro estrangeiro teria reivindicado seu corpo como espólio da vitória contra os outros selvagens. Mas aquele rapaz... falava de beleza e de curiosidade. Subitamente, a ilha Dejima lhe pareceu pequena demais. Ela nunca tinha notado o quanto a Ilha era minúscula. Esse rapaz lhe parecia, de alguma forma, diferente.
-"N-não ter nada interessante sobre minya vida, senhor. Minya famiria é dona de um... como chama? R-resutarantu? O lugar onde serve comida. É simpures, mas Kaa-san cozinya divinamente."- o rosto da moça subitamente se ilumina, como se tomada por lembranças das quais tinha muito carinho. Ela corre até a água cobrir seus tornozelos, enquanto aponta feliz para o outro lado do canal -"Olha! Da pra ver daqui!" - a moça finalmente parece ter alegria genuína e entusiasmo na voz, enquanto aponta para o outro lado. Clement jamais poderia dizer para qual das minúsculas construções a moça apontava. Mas era preciso admitir, o sorriso dela era uma paisagem realmente bonita de se ver.
Era Brilhante, o horizonte era belíssimo, era como ir a praia no verão quando menor, se lembra que nunca podia entrar na água primeiro que sempre estavam entre -5Cº e 15Cº mesmo no verão era difícil irem a praia mas ele adorava. O sol ja pairava por volta das 11:30 e estavam ali na praia ela apontava pra uma porção de borrões no horizonte, então ele só podia esticar a visão e tapar os olhos do sol enquanto sorria. A minuscula moça que havia encontrado alguns minutos atras se tornava uma flor desabrochando, enquanto levantava seu quimono para as leves ondas que batiam sobre seus pés, Ele gostava do que via, seu sorriso era singelo agora, agora sim via uma mulher digna de elogios e nao somente uma boneca maquiada.
Realmente era desperdício colocar aquele oxford recém engraxado em um monte de areai, então meio envergonhado tira os sapatos as longas meias pretas e se aproximou da moça enquanto ela olhava perdida ao horizonte, <-"Srta. Hana como é o Res.tau.ran.te da sua família? me conta qual a comida mais saborosa que fazem. vocês servem muitas comidas ? tem coisa estranhas aposto talvez algo que eu nunca comi, daquele lado tem muitos barcos pequenos, são pescadores locais ou atrás dessa imensidão ainda existem ilhas para comercio ? e o que mais ?"-> ele acelera a fala com empolgação esquece que falava com alguém que falava pouco inglês, então esperando uma cachoeira de respostas uma onda bate sobre seus joelhos o trazendo de volta a realidade e o fazendo perceber de sua empolgação descontrolada.
"Huunf, Huunf", limpando a garganta, ele para de falar e somente olha os detalhes de sua roupa, seu longo quimono parecia quente e ao mesmo tempo fresco, de que tecido seria, quanto tempo levaria para fazer, quanto custava sua mente era recheada de perguntas e as respostas estavam ali na sua frente sorrindo para o nada, onde os ventos balançavam os cabelos lisos e pretos, mesmo presos podia ver o coque lutando para se soltar e as pequenas madeixas soltas ao vento se uniam a uma leve franja delicada sobre sua testa, Hana era uma moça bonita e jovem, nao devia ser mais velha que ele. O que ela passara, o que havia do outro lado.
Realmente era desperdício colocar aquele oxford recém engraxado em um monte de areai, então meio envergonhado tira os sapatos as longas meias pretas e se aproximou da moça enquanto ela olhava perdida ao horizonte, <-"Srta. Hana como é o Res.tau.ran.te da sua família? me conta qual a comida mais saborosa que fazem. vocês servem muitas comidas ? tem coisa estranhas aposto talvez algo que eu nunca comi, daquele lado tem muitos barcos pequenos, são pescadores locais ou atrás dessa imensidão ainda existem ilhas para comercio ? e o que mais ?"-> ele acelera a fala com empolgação esquece que falava com alguém que falava pouco inglês, então esperando uma cachoeira de respostas uma onda bate sobre seus joelhos o trazendo de volta a realidade e o fazendo perceber de sua empolgação descontrolada.
"Huunf, Huunf", limpando a garganta, ele para de falar e somente olha os detalhes de sua roupa, seu longo quimono parecia quente e ao mesmo tempo fresco, de que tecido seria, quanto tempo levaria para fazer, quanto custava sua mente era recheada de perguntas e as respostas estavam ali na sua frente sorrindo para o nada, onde os ventos balançavam os cabelos lisos e pretos, mesmo presos podia ver o coque lutando para se soltar e as pequenas madeixas soltas ao vento se uniam a uma leve franja delicada sobre sua testa, Hana era uma moça bonita e jovem, nao devia ser mais velha que ele. O que ela passara, o que havia do outro lado.
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